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Prova Final – Último dia da SEDA

Por Mikhail Favalessa | Volume

Gravação do Documentário Caximir

Gravação do Documentário Caximir

E chega ao final a terceira SEDA. Numa semana cheia de atividades voltadas ao audiovisual, público e produtores cuiabanos puderam se dedicar ao aprendizado da produção audiovisual, debates intensos e várias noites de programação cultural.

Nas oficinas, como em qualquer evento que visa a formação, a SEDA colocou seus oficinantes para “botar a mão na massa”. Dois vídeos foram confeccionados desde sua concepção durante a Semana, e um terceiro teve uma boa porção de sua parte executiva realizada também nela. Dos dois que foram concebidos desde o último dia 08, o primeiro, chamado Descentros, retrata o centro histórico de Cuiabá. A motivação para ele, conta Daniel Lisboa – um dos oficineiros – antes de sua exibição, “é que queríamos desenvolver o olhar das pessoas. Queríamos que elas olhassem coisas que vêem todos os dias, mas que em determinado momento acabam não chamando a atenção como deveriam”. Vendedores de pequi, pedintes, “nóias” e vários outros tipos sociais presentes no centro cuiabano foram capturados no documentário.

Macaco Bong também teve um clipe produzido por Otávio, Noise James

Macaco Bong também teve um clipe produzido por Otávio, Noise James

O segundo documentário apresentado na mostra final da 3ª SEDA foi uma prévia do “Música Alta e Poesia Ácida, Pinturas Cáusticas e Performance Caótica ou Caximir Bouquê – o luxo do lixo”, filme sobre o bando Caximir, grupo presente na cultura cuiabana desde a década de 1980. O filme completo deve ser exibido nas próximas semanas, mas a prévia exibida na SEDA já trouxe um conteúdo denso, o que dará uma boa visão da vivência do grupo quando completo.

A terceira e última produção exibida foi o videoclipe da música Dias, da banda Snorks. Numa perspectiva de comédia musical, o clipe tem Felipe Dandolini (vocalista da banda) como personagem principal – um garoto de esteriótipo nerd que perde sua garota para um roqueiro “com cara de mau” e vai tentando mudar seu esteriótipo para reavê-la. Também atuando aparecem outros membros da banda (Mikhail Favalessa, Fernando Schaer e Guilherme Almeida), além de Carol Morgan, Caio Schlosser, Heveline e Edson (2 Loco Tattoo), Maísa Holland (Vitrolas Polifônicas) e Jéssyka Silva(WTF grife).

Durante a mostra também foram exibidos alguns vídeos de Christian Caselli (oficineiro da segunda SEDA) e de Otávio Pacheco (oficineiro desta SEDA).

De branco, Daniel Lisboa

De branco, Daniel Lisboa

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Sábado Correria

Texto por Dríade Aguiar | Volume
Fotos por Gabriel Dezan e Rafael Rolim | Jovens Arteiros, Massa Coletiva

Ilha de Edição

Ilha de Edição

Dia super corrido. Na tarde desse sábado os participantes da SEDA continuaram a editar seus projetos, na pressão de apresentá-los amanhã, às 20:00, aqui no MISC. Quando eu comecei a escrever esse texto, lá pras cinco da tarde Otávio Pacheco e Daniel Lisboa, que ministraram oficinas a semana inteira estavam editando o clipe “Dias”, da banda Snorks e o Documentário Centro Histórico, respectivamente. Enquanto isso Thiago Dezan e João Pede Feijão estavam na Beta, empresa onde alugaram a maioria dos equipamentos usados nessa semana, editando o Documentário Caximir Buquê por lá.

Mais tarde o Snorks subiu no palco pra ensaiar (no corre, não sobrou tempo pra ensaiar a semana toda), e todos por aqui acompanharam os acordes já conhecidos (e decorados) da música Dias, entre as outras. Chega então o Los Porongas, pra passar o som. Depois disso a produção só ficou mais acelerada.

Daniel Lisboa e Ahmad Jarrah

Oficina de VJ: Daniel Lisboa e Ahmad Jarrah

Algum tempo depois o pessoal do teatro já estava finalizando a sala de projeções para sua apresentação. Enquanto isso, o equipamento chegava e Daniel já iniciava sua oficina de VJ muito à vontade, no térreo do MISC, projetando num telão na frente do palco. Por ali estavam, além do oficineiro, Rafael Rolim e Otávio Pacheco, fora os alunos. Nessa oficina Daniel explicou qual é função de um Vídeo Jokey, a diferença entre ele e um DJ e mais algumas noções básicas do programa que ele usado nessa produção.

Depois disso já começava a montagem da rádio, para a transmissão ao vivo pela Web Rádio Fora do Eixo e lá pras onze da noite Snorks subiu ao palco para tocar o aclamado hardcore cuiabano, inclusive até pararam alguns minutos na música Dias, para gravar a última cena do clipe da banda.

Otávio Pacheco na gravação do clipe do Snorks

Otávio Pacheco na gravação do clipe do Snorks

Logo após essa parada, os shows fluíram com mais rapidez. A próxima banda à subir no palco montado era o The Melt, que conseguiu fazer o público por ali vibrar com o som mais pesado que a banda anterior, mesmo com algumas falhas na execução de uma música. Mas The Melt é The Melt e após uma apresentação alucinante (e cansativa, os caras saíram suados do palco) o público ainda dava gritos ao redor do museu.

O rapper Linha Dura trouxe um clima mais leve, mas continuou com a marcação bem feita, com todo mundo cantando suas músicas cheias de balanço digno do rap com pitadas de cultura popular que ele faz. Durante o show também não faltou a improvisação que tem em todas suas apresentações, contando com o MC Medrado.

Por último, o mais esperado, Los Porangas, direto do Acre. Do andar de cima do MISC, dava pra ver, ao pé de Diogo, o vocalista, um set list com dez musicas, entre elas Lego de Palavras, Enquanto Uns Dormem e Espelho de Narciso, mas quem tava lá ouviu bem mais que as dez músicas programadas. De longe, as pessoas na beira do palco, até pareciam estar num show de metal: todo mundo ali, concentrado, balançando a cabeça no ritmo, beirando a adoração. Lá pro meio, rolou um cover do Beatles, da música “Come Together”, mas não era por que era cover que a qualidade dos caras ia cair: tava tudo casado: guitarra no lugar, baixo no lugar, o vocal colocadinho e até a bateria que geralmente sobressai, saiu bem colocada, o que só deu mais motivo pro público vibrar com uma das melhores bandas independentes do Brasil. Ainda rolou uma participação do Linha Dura no show e depois disso, só estando lá pra sentir o que foi…

Diogo, vocalista do Los Porongas

Diogo, vocalista do Los Porongas

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Chegando no fim de semana.

Por Lígia Torres | Volume Comunicação

Gravação do Documentário Caximir

Gravação do Documentário Caximir

Depois de dois dias de oficinas teóricas e mais três de gravações intensas, os grupos formados durante a oficina de produção audiovisual que estão produzindo três curtas, finalmente estão entrando na fase de edição do material recolhido. Pode até parecer que estamos atrasados, mas a equipe está motivada e empenhada e já que compramos o desafio de aprender e produzir um curta em uma semana assim faremos.

O grupo que está mais avançado, é o que está capturando imagens e depoimentos de moradores e freqüentadores do Centro Histórico, eles estão terminando a edição e provavelmente amanhã tudo já estará pronto só à espera da mostra de domingo.

Edição do Clipe "Dias"

Edição do Clipe "Dias"

O segundo grupo que está produzindo o clipe Dias, da banda Snorks, já filmou em todas as locações e só falta a cena do show que acontecerá no MISC nesse sábado, e já está começando a edição em parceria.

Já o documentário do Caximir que está sendo pesquisado desde antes do 24h de cultura, está capturando depoimentos e iniciando a edição de um pocket do que será finalmente o documentário, já que é um tema muito amplo e uma semana é muito pouco e uma finalização às pressas poderia diminuir o valor de todo esse trabalho.

No inicio da noite, quando as equipes estavam reunidas no MISC, aconteceu uma mostra de curtas de Rafael Rolin juntamente com algumas explicações sobre seu coletivo e suas produções. Foram apresentados dois curtas, uma ficção e um documentário.

No período noturno aconteceram os shows com Ebinho Cardoso, que trouxe toda sua compostura e sua ótima música aos palcos da SEDA, e logo após aconteceu uma apresentação de Mauricio Ricardo que interpretou dois personagens, a primeira uma evangélica, pedagoga, revoltada, e o segundo a famosa Tati Baracati, que brinca com o público e tira sarro de todos sem restrições. Pra finalizar, o Vitrolas Polifônicas se apresentaram com a vocalista, Maísa Holland, no comando do baixo pois o baixista original não pode vir. A banda fez um esforço e selecionou as músicas que se encaixariam melhor nessa formação, conseguindo que a qualidade não caíssem tanto. Também contaram com participações especiais, primeiro de Otávio Pacheco, que é oficineiro de produção audiovisual e todou duas canções e a segunda de Ankh, guitarrista do Venial, que mandou um instrumental junto com os garotos.

Vitrolas Polifônicas e Otávio Pacheco

Vitrolas Polifônicas e Otávio Pacheco

Para conferir a cobertura noturna completa, acesse o Hell City.

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Câmera foi… Ação!

Por Dríade Aguiar | Volume

 

Gravação do documentário Caximir

Gravação do documentário Caximir

Essa foi a frase mais ouvida o dia inteiro hoje por aqui na SEDA. Nessa manhã não rolou nem as oficinas, como de costume: a ordem era adiantar ao máximo as gravações dos três projetos da Semana do Áudio Visual.

A equipe do clipe dos Snorks gravaram duas cena hoje. Uma foi no Shopping Três Américas, na loja Via Corpo, onde a penúltima cena do clipe foi rodada. De tarde rumaram para o Condomínio Canachuê, onde usaram duas casas como locação, para a primeira cena do projeto. A filmagem foi bem descontraída e dessa vez, além de Otávio Pacheco, Daniel Lisboa também supervisionou as gravações, ajudando até como cameraman. A terceira locação foi a Praça do Chopão, onde gravaram um take de passagem de tempo. Também rolou a presença do grupo está fazendo o making of de todos os três projetos.

Já com a equipe do Centro Histórico a coisa foi um pouco mais embaixo. Começaram essa tarde à capturar as imagens gravadas (transformar a fita em dados no computador) e nessa já engataram uma parte da edição. O documentário já conta com takes de várias personalidades e de partes da cidade que passam despercebidas por moradores, como pinturas inusitadas nas paredes das casas.

 

Debate 'Tecendo Rede com o Circuito Fora do Eixo'

Debate 'Tecendo Rede com o Circuito Fora do Eixo'

 

 

Acompanhados por Rafel Rolin do Massa Coletiva (que fez a direção de fotografia) o documentário do Caximir Buquê pôs a mão na massa essa tarde. Hoje finalizaram toda as cenas do ator Benoni da Confraria dos Atores que vai participar com as intervenções entre as entrevistas e as cenas do acervo que eles já tem. Isso tudo foi gravado em partes da UFMT e do centro da cidade, principalmente na Igreja Matriz. Amanhã, pela manhã e tarde, eles passam para as fases das entrevistas coletivas, com os integrantes do bando.

Às sete da noite aconteceu o terceiro debate da semana, “Tecendo Rede com o Circuito Fora do Eixo”, com Talles Lopes, do coletivo Goma e Alex Antunes da Rolling Stones. O debate foi bem intenso, contando com a participação de Rafael Rolin do Massa Coletiva e Ana Morena do DoSol e a mediação de Pablo Capilé do Espaço Cubo e Flaviany Tiemi do Movimento Panamby. Um dos principais pontos da discussão foi sobre como falta uma articulação maior da parte das tvs e seus produtores para a realização de um conteúdo programático único (ponto que foi tocado no debate de ontem também). “Falta um software, um canal que una o que a DoSol ta fazendo, que o Massa ta fazendo, que a gurizada do MIC tá fazendo…” disse Pablo Capilé. Além disso, Alex contou alguns estudos de caso, sobre como audiovisual sofre do mesmo mal que a música sentia (e ainda sente): como criar um eixo alternativo ao Rio-São Paulo. À certo ponto do debate Rafael pede por metas à serem cumpridas por aquele grupo, o que nos faz pensar que, desse debate, saia um núcleo duro de ação para uma criação de um Circuito Fora do Eixo do Audiovisual.

Pra fechar a noite aconteceu o evento Metal Free, que já fazia parte da programação do MISC. As bandas que tocaram foram Raiva em Paz, Antidemon (SP), Menorah e Filhos do Ódio, o Hell City fez a cobertura completa da noite, e pra dar uma olhada é só clicar aqui.

 

Antidemon (SP), show noturno

Antidemon (SP), show noturno

 

 

As fotos da SEDA podem ser encontradas nesse flickr.

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SEDA com muito suor em seu terceiro dia

Por Mikhail Favalessa | Volume

Video-exemplo da Oficina Matinal

Vídeo-exemplo da Oficina Matinal

 

Terceiro dia de oficina da SEDA, com muito trabalho e suor durante o dia. Nesta quarta-feira os grupos de produção dos dois filmes e do clipe avançaram ainda mais em direção à prática do audiovisual, especialmente durante a tarde. Antes disso, porém, Otávio Pacheco deu uma boa pincelada, sempre mostrando vídeos de referências, sobre ótica, câmeras e outros assuntos relacionados à fotografia, parte de extrema importância em qualquer vídeo.

Ainda pela manhã, os grupos saíram para produzir. O documentário sobre oCentro Histórico teve uma aula voltada para o desenvolvimento do olhar dos integrantes do grupo, já que este filme exige bastante percepção de quem o faz. Eles andaram pelo centro cuiabano, filmando fachadas de casas e testando ângulos, enquadramentos e etc, se estendendo nisto durante todo o dia.

Gravação do clipe do Snorks

Gravação do clipe do Snorks

O grupo que produz o videoclipe do Snorks também se direcionou à rua pela manhã, mas para articular detalhes de figurino, locações, e outras produções que faltavam ser feitas antes do início das filmagens. À tarde a primeira de cinco locações foi utilizada: uma academia na região do Coxipó. Uma coisa interessante de se notar é que a direção artística está sendo pensada por todo o grupo, e mostrou bons resultados já no primeiro dia de gravação com um figurino cômico (de acordo com a proposta de humor-clichê do clipe) usado por Felipe Dandolini (vocalista do Snorks e ator principal do vídeo).

Mais sério, o documentário sobre o bando (ou banda?) Caximir continuou aprofundando seu planejamento, que exige bastante dos produtores, devido à profundidade do tema que o vídeo aborda. A decupagem do roteiro está em vias de ser finalizada e as entrevistas com os integrantes do bando estão marcadas (algumas outras já foram realizadas antes da SEDA, com outras pessoas). O figurino também está sendo peça importante neste filme, que contará com roupas dos próprios integrantes do Caximir, a serem utilizadas por um ator. Também vindas da década de 1980, várias fotos foram selecionadas durante o dia de hoje, todas tiradas do acervo do Museu da Imagem e do Som de Cuiabá.

Debate "Os Rumos da Tv"

Debate "Os Rumos da Tv"

Depois de uma tarde de trabalhos cansativos, o debate sobre “Os Rumos da TV” se encaminhou na sala de projeções do MISC. Rafael Rollin (Massa Coletiva SP), Ana Morena (DoSol RN) e Ahmad Jarrah (Espaço Cubo MT) eram dos principais a debater o tema. Aliás, essa discussão perpassou vários temas, como incentivos do poder público, gestão das TVs públicas, constituição de redes de compartilhamento de imagens e outros. Uma conclusão que se pôde tirar é a de que o caminho pode estar nestas redes, especialmente formada através das universidades federais, que já têm um projeto sendo desenvolvido neste sentido. A partir daí, “conteúdos nacionais poderiam ser utilizados localmente devidamente adequados à realidade local”, como bem disse Rafael durante a conversa.

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SEDA se intensifica no seu segundo dia

Por Dríade Aguiar | Volume Comuncição

Mostra de Videos

Mostra de Vídeos

O segundo dia das oficinas da SEDA começaram com mostras de vídeos do início do cinema que Otávio Pacheco direcionava, comentando também quais eram seus favoritos entre o expressionismo e o surrealismo alemão.

Mais tarde, passamos (na terceira pessoa do plural mesmo, todo mundo da comunicação está fazendo as oficinas) pra parte técnica das filmagens. Pacheco (e toda a sua paciência) explicou como funcionavam os planos e como eles eram chamados. Mais tarde, faríamos o primeiro exercício, pra aprender como poderíamos aplicar esse conhecimento recém adquirido. De quebra, ainda uma aulinha rápida de edição no Adobe Premier.

Depois da pausa pro almoço, Pacheco e Daniel Lisboa, juntamente com os alunos da oficina começarmos à discutir o roteiro dos três projetos escolhidos para essa edição da SEDA. O primeiro avaliado foi o clipe do Snorks e após a apresentação do roteiro escolhido, foram debatidos alguns pontos do mesmo. O segundo roteiro foi o Caximir, que já estava bem caminhado e após um bate papo rápido sobre a logística do projeto e as entrevistas que serão feitas, passamos para o projeto dos “nóias”, que foi redirecionado e acabou virando um curta sobre o Centro Histórico e suas personalidades.

Discussão de Roteiro

Discussão de Roteiro

Depois disso, foi a hora dos grupos preparem seus roteiros decupados, pensando nos planos à serem aplicados, locação, atores, ou seja, a logística e a produção dos curtas. E já no embalo o grupo do Centro Histórico já foi pras ruas, recolher entrevistas e imagens da movimentação.

De tardizinha iniciou-se o debate. O tema escolhido para a estréia foi “Como se faz uma economia solidária?”. Na mesa estavam os experientes Nicolau Priante, coordenador estadual da Brasil Local e Pablo Capilé, coordenador político do Espaço Cubo. Durante o debate os dois explicaram como, na prática, eles aplicam a economia solidária e com isso criam uma sociedade que foge dos padrões, lidando não com dinheiro, mas com pessoas. Uma das diferenças mais claras entre os dois mediadores é que o primeiro lida com cooperativas e produtos, enquanto o segundo trata de serviços e coletivos. Esse debate ainda contou com a presença de outros produtores culturais como Talles Lopes, do GOMA (GO) e Flaviany Tiemi do Movimento Panamby.

Debate sobre Economia Solidária

Debate sobre Economia Solidária

Amanhã já começam as gravações, então fica ligado aqui pra saber da novas. Enquanto isso, vai vendo as fotos de hoje aqui.

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